Furacão que por tanto tempo eu acreditei que era amor desmedido e que o engolia para não assustar ao outro. Não...o furacão é feito de medidas não medidas de insegurança bruta, de medos, e se o seguro com todas as minhas forças é para que EU não me assuste, e não tu.
Mas ainda há muito que se conhecer para entender. Há de revisitar os meus caminhos até aqui percorridos, há de se entender os Encontros já vividos, há de se mergulhar tão mais fundo em meus olhos...
E, agora que vejo o furacão, não o quero adormecer. Não quero a dor desmerecer. Que se destrua o que não for de perecer. Que se cuide do que há de renascer!
“E a ganância de ser-me inteira prossegue.”
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